Translating the Presence of Portuguese in a Caribbean Creole

Translating the Presence of Portuguese in a Caribbean Creole. Why are there similarities between an Asian Portuguese Creole and Papiamentu?

Marco APicture. Schaumloeffel

Presentation at the Translating Creolization Symposium – May 27-29, 2015. The University of the West Indies, Cave Hill Campus, Barbados

Website of the event: www.cavehill.uwi.edu/fhe/lll/tcs

 

Abstract
Papiamentu (PA) is a creole spoken as main language by the majority of the population in Aruba, Bonaire and Curaçao, and is official language in the first and in the latter. The origin of PA is controversial; a group of scholars attributes it to Spanish, due to its current lexical and phonetic similarities with Spanish, whereas another group sees linguistic genetic ties with Portuguese.

The aim of this presentation is to investigate the historical and linguistic links that might connect PA to Portuguese. Whereas historical links set the stage for eventual ties, possible grammatical commonalities in the very fabric that makes up the structure of PA may be strong indications of a genetic connection to its ancestor. Recent historical and linguistic evidence suggests that PA owes its origins to the West African Portuguese creoles. To further strengthen this evidence, this presentation will analyse key grammar elements such as function words, relators, verbal system and Time-Modality-Aspect markers, which are core elements and very strong indications of genetic ties, given their very low borrowability in contexts of relexification and formation of creoles. The analysis is done by means of comparing these PA core elements with those found in Papiá Kristang (PK), an Asian Portuguese Creole spoken mainly by only a few hundred persons in Malacca, Malaysia. It is consensus that PK is undoubtedly linguistically unrelated to Spanish. If there are similarities between PA and PK, then these can therefore not be attributed to Spanish. Although PK is used as tool of comparison, parallels with Spanish, Portuguese and other Spanish and Portuguese-based creoles will be made to establish a more comprehensive picture of possible linguistic ties between PA and Portuguese.

The evidence suggests that PA cannot be comprehensively analysed and understood if vital historical and linguistic links of this Caribbean creole to the Portuguese language are ignored.

Os Judeus do Papa – The Pope’s Jews

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Os Judeus do Papa

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Tradução do livro “The Pope’s Jews”, de Gordon Thomas, do inglês para o português. Detalhes podem ser encontrados aqui:

http://geracaoeditorial.com.br/blog/os-judeus-do-papa/

 

 

 

Folha de São Paulo:
http://www1.folha.uol.com.br/livrariadafolha/2014/02/1408416-autor-de-os-judeus-do-papa-debate-a-responsabilidade-de-pio-12-na-2-guerra.shtml

Os judeus do papa 
Autor: Gordon Thomas
Tradução: Marco Aurelio  Schaumloeffel
Gênero: Literatura estrangeira – História
Págs: 392
ISBN: 9788581301273   E-book ISBN: 9788581301280
Selo: Geração

Sinopse

A II Guerra Mundial eclodiu na Europa. O exército nazista avan­ça pelo continente anexando e massacrando, deixando o rastro de sangue que marcou o século XX. No Vaticano, o papa Pio XII observa os horrores dos combates e tem que definir a posi­ção da Igreja perante o mundo. Mas ele não declara repúdio a Hitler nem se coloca ao lado dos Aliados — simplesmente silencia e a História lhe confere o título de papa omisso.

Por trás do silêncio havia um segredo agora revelado por documentos ofi­ciais secretos. Pio XII organizou uma ampla rede de ajuda humanitária para os judeus de toda a Europa. Sob orientação dele, padres e freiras arriscaram a vida fornecendo abrigo nos mosteiros e conventos a milhares de judeus. Pio XII doou ouro do próprio Vaticano para ajudar os judeus romanos e es­condeu milhares deles em sua residência de verão, enquanto Roma era ocupa­da e bombardeada pelos alemães.

Os judeus do papa é um dos melhores livros históricos já escritos. Baseado em uma rica pesquisa documental, é uma obra indispensável aos leitores que querem entender o que realmente aconteceu em Roma sob a liderança do injustiçado papa Pio XII.

Sobre o autor

Gordon Thomas é escritor e jorna­lista investigativo. Já publicou mais de 50 li­vros na Europa, ultrapassando a marca de 45 milhões de cópias, o que lhe rendeu prêmios importantes e o reconhecimento como um dos escritores mais surpreendentes da atualidade.

Eine exklusive Liebe – Um amor exclusivo

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Tradução do livro “Eine exklusive Liebe”, de Johanna Adorján, do alemão para o português. Alguns detalhes do trabalho podem ser encontrados aqui:

 

 

 

http://thebarbadosblog.blogspot.com.br/2009/09/um-amor-exclusivo-eine-exklusive-liebe.html
– para comprar: http://www.livrariacultura.com.br/scripts/resenha/resenha.asp?nitem=22467398&sid=66249769915324403716007160
– um dos comentários de blogs: http://livros.blog.com/um-amor-exclusivo/
– blog da editora: http://bloggeracaoeditorial.com/2011/04/04/amor-exclusivo-um-romance-emocionante/

A Massai Branca

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A Massai Branca

PictureSaiu há alguns dias pela editora Ediouro/Geração o romance “A Massai Branca” (Die weiße Massai), que traduzi do alemão para o português. A experiência foi interessante, interessante também tentar entender a cabeça de quem publica, quase que eu teria de assumir em meu nome um título ridículo, algo como “Tão perto, tão longe”, para fazer jus ao gosto do brasileiro, acostumado com pouca leitura e muita novelas da Globo. Eu sempre achava curioso como que filmes com um título simples no original pudessem ser tão desvirtuados em português, algo que quase beira a comédia. Agora entendo como isto ocorre, pois aconteceu algo semelhante na hora da definição do título deste romance da suíça Corinne Hofmann. Ainda bem que o bom senso prevaleceu. Mesmo assim tiveram de tascar um subtítulo, não agüentaram (sinto muito, mas não posso assumir a responsabilidade…), o sentimentalismo do brasileiro teve de ser explorado, vejam que romântico: “A Massai Branca. Meu caso de amor com um guerreiro africano” (ISBN 9788560302024). Muito melhor, não? Soa mais “bonitinho”. Se alguém tiver interesse em ler e me dar um retorno mais tarde, eu muito agradeceria. Aqui as notas de tradução que escrevi para o romance:

Breves notas do tradutor
Vários termos usados nesta história baseada em fatos, típicos do ambiente onde ela se desenrola, parecem estranhos à primeira vista, tanto que não é possível encontrá-los em dicionários e enciclopédias de língua portuguesa. Todavia eles são automaticamente clarificados ao longo da narrativa através do contexto, como é o caso da própria palavra “massai” e de outras, tais como “moran” (guerreiro), “matatu” (perua, van, táxi coletivo) e “maniata”. No caso de “maniata”, por exemplo, haveria equivalentes em português, porém todos imprecisos para descrever este tipo de moradia massai singular, tanto que optei pela incorporação do termo original, assim como a própria autora já o fizera no alemão. “Massai” ainda não é um termo consagrado em português, mesmo em inglês, uma das línguas usada no Quênia, há variações: maasai ou masai. Em alemão e em português é necessário usar o “ss” para não alterar a pronúncia do termo. Mas também poder-se-ia cogitar o uso de “ç”, assim como já acontece em “Mombaça” (“Mombasa” em inglês). Como há uma localidade no Rio de Janeiro denominada “Maçai” e o nome de Maceió deve sua origem ao “maçai” do tupi (“maçayó” ou “maçai-ok”, “aquilo que tapa/cobre o alagadiço/o mangue”), preferi “massai”, a fim de fazer a diferenciação.
Também por fidelidade ao uso e estilo da autora, usei alternadamente “chá” e “chai”, sempre que foram usados, respectivamente, os termos “Tee” e “Chai” no original em alemão. O mesmo ocorre em alguns diálogos simples, importantes para a ambientação, usados em inglês no meio da narrativa em alemão. Inclusive há erros propositais neles, mostrando o parco conhecimento inicial do idioma, tanto por parte de Corinne quanto de Lketinga. Uma tradução destes fragmentos em inglês faria com que vários elementos extratextuais constantes na narrativa fossem perdidos. A alternância entre o uso de linguagem mais formal em alguns trechos do original e de linguagem informal em outros foi igualmente observada na tradução.
Por fim, é curioso observar que etimologicamente a palavra “Kral”, freqüentemente usada em alemão no original, também existente em inglês (“kraal”), adotada nestas línguas a partir africâner (“craal”), tenha a sua origem no português (“curral”). A presença lusa na África meridional possibilitou a incorporação do termo ao africâner. Diferentemente do português, “Kral” e “kraal” podem significar não só “curral”, mas também “vilarejo de nativos sul-africanos”. É exatamente isto que faz as línguas serem tesouros fascinantes. Boa leitura!

Barbados, Índias Ocidentais, agosto de 2006.
Marco Aurelio Schaumloeffel

Outras fontes:
http://www.geracaobooks.com.br/releases/massai_release.html
http://vergostarler.blogspot.com.br/2013/01/a-massai-branca-meu-caso-de-amor-com-um.html
http://thebarbadosblog.blogspot.com.br/2007/04/massai-branca.html